Meu marido anda inspirado, mas mesmo alguns pensando que “aí tem coisa” por ele escrever coisas tão bonitas aqui no blog, às vezes até diretamente pra mim, quero deixar registrado que tenho provas de que ele escreve bem e poeticamente desde que começamos a namorar. Se eu juntasse todas as cartas e bilhetes recebidos nesses 16 anos, daria um livro com certeza. Graças a Deus, tenho um marido muito romântico nesse sentido, que deixa bilhetinhos quando viaja, dá cartão nas datas comemorativas (ai, vai me matar agora...). Mas isso daria um outro post, um dia me dedico pra tal...
Então, ele falando em preço da felicidade... Segunda-feira a Sara não foi pra escola por recomendação médica, tava muito resfriada e era melhor evitar muitos contatos. Cheguei da aula, vi ela tão tristinha porque não tinha ido pra “colinha” e pensei: vamos passear.
E fui com ela as três da tarde pra uma pracinha de areia que tem no meio do Parque Barigui. Brincamos um monte, na areia (SIM eu sentei na areia, e olha que acho essa mais nojenta do que a da praia, afinal, nessa pisam cachorros, gatos, etc...), na gangorra, no dim dom, no escorrega... ficamos lá até o sol dizer tchau.
Olhando pra Sara, pensei: pra ter esses momentos únicos com ela, em plena segunda-feira de tarde, eu tenho que pagar um preço sim. O preço é ficar longe das pessoas que amo (mãe, pai, irmão, amigos), principalmente da minha mãe, que com certeza, quando deixou de trabalhar pela manhã pra poder ficar comigo quando eu era pequena, também pagou o preço dela, e assim por diante.
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| mãe que se preze, desce junto no escorrega!! |
Então dizer que esses momentos não tem preço, é mentira e só acontece na campanha do Master Card. Mas acho que o preço que se paga vale e MUITO a pena. Tenho certeza absoluta que isso não aconteceria em Passo Fundo por N motivos. Um deles eu diria que até preconceito com as mães que abdicam de trabalhar pra poder ficar com seus filhos. Se eu posso, porque não? Graças a muita terapia (ta aí, uma coisa que também deixei em PF e que morro de saudades, tanto quanto do meu cabeleireiro) cheguei a conclusão que devemos fazer as coisas sem culpa, porque assim aproveitamos elas 100%... como eu aproveitei aquela tarde de segunda feira com a minha filha.







Um comentário:
Paula, é tão gostoso ler isso! Enquanto leio, não vejo palavras, vejo amor, amor, amor! Essa tua dedicação com a princesa é coisa linda de se ver. Mesmo de longe é possível afirmar: a Sara é uma menina muuuuito feliz! Diante disso, o preço por mais alto que seja não passa de gorjeta, né? Ó, nessas fotos vocês estão mega parecidas, além de lindas e felizes. Saudades!
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